
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Voltando a ser criança, de tão contente
No mês passado, estive no município de Dilermando de Aguiar/RS, mais especificamente na escola municipal Valentim Bastianello. Fui lá fazer uma reportagem, com os alunos da quinta série, sobre as diferenças entre a infância de hoje e a dos pais deles. O texto ainda não foi publicado (avisarei quando for). Por hora, publico aqui uma singela homenagem que recebi das crianças:


quarta-feira, 12 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Classificados do Augusto
Para quem gostou da entrevista com o cover do Roberto Carlos para a Rede Minas de Televisão, estou vendendo uma preciosidade de colecionador: a câmera com a qual gravei as imagens e o áudio.
Esta aqui:
Trata-se de uma Kodak Easyshare C913, alemã, 9.3 megapixels, com cartão de memória de 2gb, comprada em abril em Berlim.
Esta aqui:
Especificidades técnicas: Kodak Easy Share C913, 9.3 mega pixels, com HD Stills, Blur Reduction, 18 Scene / 3 Color Modes, 3x optical zoom, à pilha. Acompanha cartão SanDisk de 2gb, mais cabo usb e manual multilíngue (português, inclusive). Foi comprada em abril, em Berlin, e pouco usada. Está praticamente nova. O menu tem a opção do português como linguagem.
O modelo ainda não veio para o Brasil. Só eu vim com ela, e eu não sou modelo.
Motivo da venda: eu havia estragado uma câmera da Sony que geralmente uso para entrevistas. Estragou enquanto eu estava na Alemanha, e tive que comprar essa daí para substitui-la. Chegando ao Brasil, levei o aparelho da Sony na assistência técnica. Ele estava na garantia e foi consertado, voltando a ser o número 1 (já que tenho duas baterias e dois cartões).
Enfim, a máquina é (praticamente) nova. Quem se interessar, me avise!
Eu (e o cover do Rei) na Rede Minas
LembraM (suponho que seja mais de um leitor que me lê) da entrevista em vídeo que fiz há pouco tempo com o (cover do) Rei Roberto Carlos? Se não, cutuque aqui para lembrar!
Pois agora veja como essa entrevista ficou editada dentro do programa Diverso, da Rede Minas de Televisão:
Não é porque tem gravação minha aí, mas não tem como deixar de dizer: o programa ficou de primeira! E olha que esse é só um trecho da edição, que no total tem meia hora.
Parabéns ao Léo Lopes e a toda a equipe do programa! Fiquei orgulhoso de ter participado de um material com tanta qualidade.
Pois agora veja como essa entrevista ficou editada dentro do programa Diverso, da Rede Minas de Televisão:
Não é porque tem gravação minha aí, mas não tem como deixar de dizer: o programa ficou de primeira! E olha que esse é só um trecho da edição, que no total tem meia hora.
Parabéns ao Léo Lopes e a toda a equipe do programa! Fiquei orgulhoso de ter participado de um material com tanta qualidade.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Desconectada fica melhor
Recebi ontem pelo correio a revista Continuum de julho/agosto. Folheei-a em busca da reportagem "A hora de desconectar", de minha autoria e que já havia saído na versão online. Tive esta grande surpresa:



Quatro páginas, com o título e a introdução sobrepostos a uma fotografia linda de André Seiti. A imagem é uma bela síntese visual da idéia da reportagem e ficou ainda mais bonita desse jeito "sangrado", ou seja, sem margens, ocupando duas páginas.
Fiquei realmente orgulhoso!
Eis agora a capa da edição, cujo tema geral é "conectividade":
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Os Beatles ainda vivem...
... mas poderiam ter morrido na Av. Paulista, em São Paulo, assim que o sinal abrisse:


Essa pérola saiu do túnel do tempo e do blog do Rumos. Cutuque aqui para ler o saboroso texto do Reuben sobre a foto.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Desconecte-se! Mas não deste blog...
A última edição da revista Continuum, do Itaú Cultural, acaba de entrar no ar. O tema de julho/agosto é CONECTIVIDADE. Eu emplaquei uma pauta na revista justamente sobre o tema oposto, a DESCONECTIVIDADE. A reportagem que escrevi intitula-se "A hora de desconectar" e começa assim:
O computador está ligado à internet. O celular jaz ao lado. O internauta já fez tudo o que tinha de fazer. É tarde, ninguém telefonará. Mesmo assim, há hesitação em desligar os aparelhos. Vai que entra um e-mail novo! Vai que há uma chamada urgente no meio da noite!
Em maior ou menor grau, a maioria das pessoas vive essas angústias na hora de se desconectar. É o momento de dar as costas a um mundo cheio de oportunidades, contatos, encontros, reencontros, comunidades e conhecimento que a internet proporciona. Também quer dizer ficar desinformado sobre os acontecimentos do último segundo. Sentir-se aflito nessa hora é então normal? (...)
Cutuque aqui se quiser ler todo o texto.
O particular do processo de fazer essa reportagem é que ela implicou numa revisão do argumento inicial da pauta, como toda verdadeira reportagem faz, ou seja, faz a gente aprender com ela. Minha hipótese inicial era a de que precisamos viver mais tempo desconectados, precisamos desconectar mais. Fui apurar e entrevistar tendo em vista esse enquadramento, mas os diálogos com os entrevistados foram aos poucos me mostrando e comprovando a idéia nova de que, na verdade, é necessário aprender a conectar de outro modo. Ou seja, não necessariamente descontecar, mas sim conectar de um jeito mais consciente. De modo que essa matéria foi quase uma terapia!
E o trabalho de organizar todo esse processo (a própria mudança da pauta, em si, era um tópico que merecia chegar ao leitor) numa redação coerente e legível tornou-se uma terapia ocupacional...
O computador está ligado à internet. O celular jaz ao lado. O internauta já fez tudo o que tinha de fazer. É tarde, ninguém telefonará. Mesmo assim, há hesitação em desligar os aparelhos. Vai que entra um e-mail novo! Vai que há uma chamada urgente no meio da noite!
Em maior ou menor grau, a maioria das pessoas vive essas angústias na hora de se desconectar. É o momento de dar as costas a um mundo cheio de oportunidades, contatos, encontros, reencontros, comunidades e conhecimento que a internet proporciona. Também quer dizer ficar desinformado sobre os acontecimentos do último segundo. Sentir-se aflito nessa hora é então normal? (...)
Cutuque aqui se quiser ler todo o texto.
O particular do processo de fazer essa reportagem é que ela implicou numa revisão do argumento inicial da pauta, como toda verdadeira reportagem faz, ou seja, faz a gente aprender com ela. Minha hipótese inicial era a de que precisamos viver mais tempo desconectados, precisamos desconectar mais. Fui apurar e entrevistar tendo em vista esse enquadramento, mas os diálogos com os entrevistados foram aos poucos me mostrando e comprovando a idéia nova de que, na verdade, é necessário aprender a conectar de outro modo. Ou seja, não necessariamente descontecar, mas sim conectar de um jeito mais consciente. De modo que essa matéria foi quase uma terapia!
E o trabalho de organizar todo esse processo (a própria mudança da pauta, em si, era um tópico que merecia chegar ao leitor) numa redação coerente e legível tornou-se uma terapia ocupacional...
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